Embora o Nilo banhe diversos países, o nosso percurso pelo rio incluiu apenas as cidades egípcias de Luxor, Edfu, Kom Ombo e Aswan.
Este Post não explora a história e a geografia do Nilo, e sim as particularidades que presenciei quando estive lá.
Durante a navegação encontramos muitos adolescentes, em pequenas embarcações, tentado jogar mercadorias para dentro do nosso barco, com o intuito de vendê-las aos turistas.
Em alguns pontos do rio, presenciamos senhoras, que aproveitavam as formações rochosas de suas margens, para lavarem suas roupas.
A população das cidades que percorremos concentrava-se principalmente as margens do rio, bem como foi possível avistar e ou visitar alguns templos.
Em Aswan descemos da embarcação e visitamos a casa dos tios do nosso guia (Sr. Mizo), e também tivemos uma aula de árabe, em uma escola local. Foi também nesse local que tive a primeira oportunidade de montar em um camelo. Para facilitar o acesso, o animal deve se ajoelhar-se sobre as patas dianteiras. No momento em que o camelo levanta tem-se a sensação de que vamos cair, dos seus dois metros de altura. Toda vez que o camelo deita e levanta, a sensação é a mesma – de queda eminente.
A emoção de conhecer parte do Egito, e navegar no Rio Nilo não se pode expressar com palavras, apenas se vê e se sente.



























Este último bloco de fotos foram tiradas em Aswan.

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